Nanotecnologia – engenharia de materiais…
Quase na mesma onda de “vamos acreditar que funciona”….
Como já comentei por aqui os tecidos são materiais que considero muito interessantes para a construção, estamos habituados ao seu uso em superfícies de tensão mínima (um dia vou falar sobre isso)…falamos daquelas coberturas que presas em pontos específicos adquirem uma forma em que no todo a tensão seja minima nas suas fibras…
O que me atrai na estrutura do tecido é que ele é maleável ele facilmente pode adquirir várias geometrias conforme solicitação externa ou…viajando…indução interna….e agora começa a verdadeira acção deste post…
Para qualquer comum profissional da construção se algo tem que ser rígido são os pilares e vigas (ok…não vamos falar da sua elasticidade – o que permite o arranhaceus oscilar) o que estou falando é de pilares que alteram a sua alma(!!) no sentido mais físico que isso possa ter para, responder a solicitações do ambiente onde se insere, seja vento, seja peso, seja gravidade, diferentes gravidades etc…
O que imagino será o uso de kevlar, já falei sobre ele, para envolver outra matéria talvez terra rica em Teflon (depois explico) e atribuir-lhe “inteligência”.
Conforme o meio ambiente, ele se portaria de jeito diferente. Como transmitir-lhe alterações? ou seja, se a estrutura ou composto precisasse resistir à compressão ou tracção ele iria naturalmente encontrar a secção(alma) mais eficaz para tal.
Seria interessante dota-lo de características físicas mutáveis em que ele reagiria de acordo ás solicitações.
Como seria possível isso?
A resposta está na nanotecnologia (oh! firmeza) o composto terá que dominar a energia, tem que ter suas células preparadas para reagir em conjunto a impulsos…. eléctricos talvez… e adquirir diferentes formas à imagem da acção muscular..
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