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Archive → January, 2011

Parede estrutural dinâmica vs espaço mínimo humano

 

 

Podemos imaginar uma suspensão de um automóvel

Ela tem um curso que permite várias forças interagirem com o carro mantendo os seu ocupantes confortáveis durante uma viagem, esse é o mesmo conceito que pretendo desenvolver com a parede estrutural dinâmica.

Analisando o seu comportamento passivo, é extremamente interessante, carro parado suspensão inactiva, carro em movimento a suspensão faz o a ligação entre o ambiente interno e o externo…em limite o carro vai ser ele mesmo a absorver as energias até…ao seu limite.

O conceito desdobrado para arquitectura

O que se pretende é manter o equilíbrio para uma vida harmónica com os 4 elementos presentes, protegidos de um ambiente externo perfeitamente dinâmico.

Então temos que conceber uma pele construída que permita uma área exterior muito dinâmica, imprevisível e agressiva.

No interior vamos ter um sistema passivo que vai respeitar a necessidade humana de tranquilidade, fiabilidade, compromisso e respeito pela condição humana.

(continua)

Psicografia – será que dá para ser teclado?

 

 

No outro dia , estava eu a ver o Globo Reporter quando passou uma reportagem sobre uma (vou lhe chamar) manifestação espírita – Xico Chavier – um nome popular, talvez demais, com uma cultura popular, talvez demais tb…

No caso, seria a comunicação com pessoas falecidas.

Interessante pensar em algo, tipo, o ser catalizador de uma nuvem de energia que ali estrangulado no papel e no lapis vai parir uma informação que vai fazer sentido com uma realidade passada…

(…)

Como bom amigo, que sou, sou levado a ajudar um amigo(!!) que anda meio sem definição (hi!).

Pergunta-me o que eu acho de certos períodos que ele tem de um enorme sentimento de ansiedade que termina em um conjunto linhas escritas que timidamente fazem sentido, se o futuro permitir…

Respostas tão imediatas como, alucinações esquizofrênicas surgem…

Pergunto-lhe: o que honestamente acontece?

Explica-me que ele procura encontrar o distanciamento certo para ele próprio transmitir o que sente

(continua)