Cada vez estou mais convencido que sentimento (alegria/dor) é algo somente dos “encarnados”, o mundo espiritual… Deus em limite… “não sabem o que é”.
A questão chave é que os os sentimentos são propriedades dos “encarnados” e que os fazem tomar decisões com seu livre arbítrio na busca (“dever” em limite também) de encontrar o equilíbrio.
O medo que se coloca, os cenários que se colocam..aqui…sobre o outro lado (espiritual entenda-se, umbral, paraíso, etc)… visam a nossa reflexão e nos dotar de um quadro de valores que nos molda o livre arbítrio.
Quando estamos “do outro lado” e decidimos vir para algo “já combinado” nós vimos para equilibrar a “nossa onda” cósmica e experimentar algo que não temos do outro lado e as nossas orações (entendam-se conversas, reflexões, acções, reacções) mais intimas, mais sofridas, mais densas, são aquelas informações que são genuinamente enviadas para o “outro lado” para ser um valor adquirido e partilhado de “cá para lá” .
Foi-me enviado, por e-mail pelo meu pai (como a maioria dos e-mails que tenho para reflectir sobre a realidade) algo que achei muito interessante… mais interessante ainda para nós… que temos dois dedos de testa e entendemos (um pouco)… desta grande intriga…
Após uma palestra na UFF com seu quê de improviso, tenho que preparar outra!
Vou postar por aqui o que estou a preparar para apresentar.
É claro que o acabamento será o foco mas, o que define o acabamento? e as questões “zen”, fazem parte deste mundo?